A
edição de Apparition Metempsychosis 1
chegou a casa, marcando o meu segundo trabalho além fronteiras. Por
esse motivo, achei interessante recapitular os meus trabalhos como
colorista, que já vão somando uma boa quantidade.
O publico conhece-me pelos meus trabalhos como ilustradora e autora de banda desenhada (premiada), assim como formadora e designer/grafista (também premiada), mas paralelamente a essas tarefas tenho trabalhado também como colorista; leia-se, colorindo de trabalhos doutro artista, nomeadamente o parceiro Daniel Maia.
Começo por citar uma primeira experiência gráfica, em que colori uma ilustração de Daniel Maia do herói Hellboy, de Mike Mignola. A peça foi criada para print de convenção, sendo comercializada no 2º Comic Con Portugal, em 2015.
O primeiro caso efectivo deu-se em 2020, com a pintura de 4 ilustrações temáticas, alusivas às estações do ano, para ilustrar o Prémio Bandas Desenhadas. Os desenhos e criação de personagens foram de Daniel Maia.
Depois, em 2021, fiz a coloração da capa de Outras Bandas #5, figurando uma Tágide em imagem dupla, para capa e contracapa. A esta, seguiu-se em 2022 a capa/contracapa de CoBrA: Operação Goa, desenhado pelo Daniel e editado pela Ala dos Livros. Este álbum foi um apreciável sucesso, obtendo oito nomeações para prémios de mérito, de todos os prémios de BD em Portugal, sendo depois eleito no programa Ler+ e atingido a internacionalização no Brasil. O álbum foi acompanhado por um print exclusivo, que igualmente colori.
Ainda em 2022, fiz pela primeira vez trabalho de tonning, ou meios-tons, numa BD curta de 7 páginas, publicada na antologia indie norte-americana, A Matter of Right, pela Variance Media, escrita por Travis e Liliana Johnson. Trabalhar em página de arte sequencial é muito diferente de colorir uma ilustração. Mas foi uma boa prática para o trabalho seguinte, em que colori o webcomic FCP: BD 2022/2023, que promoveu os jogos no Estádio do Dragão da temporada, mais o jogo da Final da Taça, e que somou ao todo 18 páginas. As BDs foram divulgadas online no site do clube e por todo o tipo de redes sociais e media.
Ainda em 2023, colori ainda três páginas de BD da parceria entre Eddy Gil e Daniel Maia, de título ‘From Death’, ainda sem edição mas exposto no 7º Contacto, em Lisboa. Colori também duas ilustrações para diferentes projectos de BD que não avançaram, nomeadamente da Saída de Emergência e Djinn Books.
Em 2024 dá-se a coloração de Eduardo Lourenço: Ficção de Si – Intro, pela Edicarte/Longshot, que foi escrito por Diogo Figueira e Sabrina D. Marques, e desenhado por Daniel Maia. Ao todo, são nove páginas de BD e duas ilustrações, de capa e contracapa. A BD foi finalista nos Troféus Central Comics, em Melhor Publicação Independente, Melhor Obra Curta e Melhor Webcomic (runner-up).
Em 2025, colori a uma amostra de 2 páginas para proposta de novela gráfica sobre Heroduto, com escrita de Stella D. e desenho de Daniel Maia. Colori também a BD curta ‘As Raízes do Invisível’, pelo escritor Hugo Pinto e desenhador Daniel Maia, que abriu a antologia inVISÍVEIS, da CerciOeirias, cuja publicação celebrou os 50 anos daquela instituição. O livro venceu também a categoria Melhor Antologia nos 23º Troféus Central Comics.
E entre 2025 e 2026, surge a 2a internacionalização, ao ser chamada para apoiar na coloração de Apparition Metempsychosis 1, do escritor Tom Marvelli e desenhador Daniel Maia, com Daniel Henriques.
Ao longo dos 13 trabalhos, colori 60 artes, entre páginas de BD e ilustrações.
O publico conhece-me pelos meus trabalhos como ilustradora e autora de banda desenhada (premiada), assim como formadora e designer/grafista (também premiada), mas paralelamente a essas tarefas tenho trabalhado também como colorista; leia-se, colorindo de trabalhos doutro artista, nomeadamente o parceiro Daniel Maia.
Começo por citar uma primeira experiência gráfica, em que colori uma ilustração de Daniel Maia do herói Hellboy, de Mike Mignola. A peça foi criada para print de convenção, sendo comercializada no 2º Comic Con Portugal, em 2015.
O primeiro caso efectivo deu-se em 2020, com a pintura de 4 ilustrações temáticas, alusivas às estações do ano, para ilustrar o Prémio Bandas Desenhadas. Os desenhos e criação de personagens foram de Daniel Maia.
Depois, em 2021, fiz a coloração da capa de Outras Bandas #5, figurando uma Tágide em imagem dupla, para capa e contracapa. A esta, seguiu-se em 2022 a capa/contracapa de CoBrA: Operação Goa, desenhado pelo Daniel e editado pela Ala dos Livros. Este álbum foi um apreciável sucesso, obtendo oito nomeações para prémios de mérito, de todos os prémios de BD em Portugal, sendo depois eleito no programa Ler+ e atingido a internacionalização no Brasil. O álbum foi acompanhado por um print exclusivo, que igualmente colori.
Ainda em 2022, fiz pela primeira vez trabalho de tonning, ou meios-tons, numa BD curta de 7 páginas, publicada na antologia indie norte-americana, A Matter of Right, pela Variance Media, escrita por Travis e Liliana Johnson. Trabalhar em página de arte sequencial é muito diferente de colorir uma ilustração. Mas foi uma boa prática para o trabalho seguinte, em que colori o webcomic FCP: BD 2022/2023, que promoveu os jogos no Estádio do Dragão da temporada, mais o jogo da Final da Taça, e que somou ao todo 18 páginas. As BDs foram divulgadas online no site do clube e por todo o tipo de redes sociais e media.
Ainda em 2023, colori ainda três páginas de BD da parceria entre Eddy Gil e Daniel Maia, de título ‘From Death’, ainda sem edição mas exposto no 7º Contacto, em Lisboa. Colori também duas ilustrações para diferentes projectos de BD que não avançaram, nomeadamente da Saída de Emergência e Djinn Books.
Em 2024 dá-se a coloração de Eduardo Lourenço: Ficção de Si – Intro, pela Edicarte/Longshot, que foi escrito por Diogo Figueira e Sabrina D. Marques, e desenhado por Daniel Maia. Ao todo, são nove páginas de BD e duas ilustrações, de capa e contracapa. A BD foi finalista nos Troféus Central Comics, em Melhor Publicação Independente, Melhor Obra Curta e Melhor Webcomic (runner-up).
Em 2025, colori a uma amostra de 2 páginas para proposta de novela gráfica sobre Heroduto, com escrita de Stella D. e desenho de Daniel Maia. Colori também a BD curta ‘As Raízes do Invisível’, pelo escritor Hugo Pinto e desenhador Daniel Maia, que abriu a antologia inVISÍVEIS, da CerciOeirias, cuja publicação celebrou os 50 anos daquela instituição. O livro venceu também a categoria Melhor Antologia nos 23º Troféus Central Comics.
E entre 2025 e 2026, surge a 2a internacionalização, ao ser chamada para apoiar na coloração de Apparition Metempsychosis 1, do escritor Tom Marvelli e desenhador Daniel Maia, com Daniel Henriques.
Ao longo dos 13 trabalhos, colori 60 artes, entre páginas de BD e ilustrações.
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